Em vésperas do aniversário do nascimento de Hazrate Fátima ( que a paz seja com ela) o líder do Irã, aiatolá Seyed Ali Khamenei recebeu em audiência um grupo de Madah (narradores que cantam em luto de família do profeta do Islã).

8 março 2018 - 21:49

Em declarações feitas por ocasião do Dia da Mulher, que coincide com o aniversário do nascimento de Fátima Azzahra (que a paz seja com ela), filha do Profeta do Islã, o líder iraniano elogiou a papel bem sucedido das mulheres iranianas em todos os aspectos tanto na família como no campo científico.

Ele sublinhou nesta cerimônia: “A mulher na lógica do Islã tem um contexto e um padrão completo”. A mulher muçulmana tem atributos e virtudes, uma personalidade devota, casta com dignidade, que se encarrega de educar o homem, que influencia a sociedade, participativa e desfruta de um crescimento científico e espiritual, gestora da família e o motiva de tranquilizar o homem. Acrescenta a todos estas virtudes características femininas como a gentileza e ternura do coração e a preparação para receber a luz divina.

Isto é o exemplo da mulher muçulmana. Nesta ocasião, o aiatolá Seyed Ali Khamenei criticou o duplo padrão dos ocidentais em relação às mulheres, explicando que, por um lado, eles falam de "igualdade de gênero" e, por outro lado, são assediadas, estupradas e atacadas.  Ele também acrescentou que essas ações, de acordo com suas próprias estatísticas, estão aumentando nos EUA. e a Europa.

“Em contraste com o padrão islâmico, há um padrão distorcida da mulher ocidental, que, além de todas as características distintivas da mulher islâmica, tem características como a nudez e a atração dos homens”. Enquanto o homem ocidental se veste muito formal e coberto, encorajam as mulheres a se divertirem cada vez mais vulgar e com a mínima vestimenta, nos eventos formais ocidentais. Hoje em dia a mulher ocidental é o símbolo de consumismo, uso de maquiagem, e de como se apresentar aos homens e excitando a sua sensação sexual.

“Todo o que dizem a respeito da justiça de gênero é um vazio, e na pratica é outra coisa”. Dizem em relatórios que um número considerável das mulheres que já são altas autoridades em países ocidentais quando eram jovens lhes tinham abusado e assediadas no trabalho!… o islã fecha o caminho de abuso à mulher e ela se protege com Hijab.

O Hijab protege à mulher e não a limita. Hoje a bandeira da identidade e supremacia cultural das mulheres está nas mãos das mulheres iranianas e as mulheres iranianas com sua Hijab exportam ao mundo a sua identidade cultural ao mundo.

Hoje a mulher pode ter uma presença ativa e influente nos campos sociais, as mulheres de nosso país têm tal influência e ao mesmo tempo, perseveram a sua castidade com a sua forma de vestuário (Hijab), para não estar abusadas ou assediadas por homens, não converter somente em um instrumento de prazer para os homens caprichosos.